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 Mensagem não lidaPublicado: Qua Jun 05, 2019 1:16 pm 
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O grande lema do grupo SeaWorld é ser além de um parque de diversão temático, e ter um comprometimento com a vida selvagem. Para tal, foi criado SeaWorld & Busch Gardens Conservation Fund que capta recursos por meio de ações dos visitantes dos parques, como a compra de alguns produtos nas lojas de presentes e tour especiais que tem parte do valor revertido para o fundo e ajuda organizações que preservam a vida selvagem no mundo todo.

Desde sua criação, o fundo já garantiu a doação de mais de US$17 milhões para cerca de 800 organizações no mundo inteiro. Essas organizações que recebem as doações atuam em diversos setores dentro do universo de preservação e estão alinhadas a pelo menos uma das quatro atuações chaves do fundo, que são: Resgate e Reabilitação de Animais; Educação Ambiental; Proteção de Habitats e Pesquisas de Espécies. O fundo não tem custo administrativo algum, pois é mantido pelo grupo de parques, o que permite que 100% do valor arrecadado seja doado.

“A nossa maior missão é conscientizar as novas e antigas gerações a proteger e a preservar os animais, dentro e fora do parque, no mundo todo. O nosso maior intuito é educar para que as pessoas tenham consciência sobre o real significado da palavra preservação; o envolvimento mais importante com o mundo selvagem vem através da informação”, disse Rob Yordi, diretor executivo do SeaWorld & Busch Gardens Conservation Fund.

O resgate de animais é outra atividade de suma importância que o parque realiza. Com equipamentos apropriados e pessoal especializado, os números do programa SeaWorld Rescue impressionam. No SeaWorld Orlando, por exemplo, só até abril de 2019, 11 peixes-boi, 24 tartarugas-marinhas e 85 aves já foram resgatadas e trazidas ao parque para tratamento e reabilitação. A intenção é sempre de levar estes animais de volta aos respectivos habitats naturais. Quando o animal está muito debilitado e não pode ser devolvido à natureza, eles são mantidos e cuidados em uma área restrita dos parques, longe das atrações. Os animais resgatados não são usados para entretenimento.

Em uma iniciativa que tem como objetivo ampliar ainda mais seus esforços de preservação e apoiar cada vez mais diferentes projetos em prol da preservação do mundo animal, a companhia mantém no Brasil o programa “Curtir & Preservar”, com o intuito de dar suporte diretamente aos projetos de preservação da vida selvagem do país. O “Curtir & Preservar” é um programa de arrecadação de fundos diretamente relacionado à venda de produtos extras dos parques temáticos do grupo no mercado brasileiro. Para cada compra de produtos opcionais ao ingresso, como planos de refeição, corta filas e tours, será doado U$2 para o “Curtir & Preservar”. Todo o montante arrecado é destinado 100% para ajudar projetos brasileiros que apoiam a preservação de espécies na vida selvagem. A gestão desses recursos e doações é realizada pelo SeaWorld & Busch Gardens Conservation Fund,. O primeiro convidado brasileiro a fazer parte do “Curtir & Preservar” durante os anos de 2017 e 2018 foi o Projeto Tamar.

Leia também: A versão do SeaWorld sobre a polêmica do entretenimento com animais

Certificado para receber visitantes autistas

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Mas nada adiantaria todo o cuidado com animais se o grupo também não se preocupasse com gente. O grupo SeaWorld Parks & Entertainment sempre se preocupou em oferecer algo especial e diferenciado aos seus visitantes e tal preocupação também abrangia os portadores do transtorno do espectro autista.

Junto ao Conselho Internacional de Padrões de Credenciamento e Educação Continuada (IBCCES), o Aquatica Orlando e o Discovery Cove concluíram um intenso treinamento e sensibilização de 80% da equipe sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), bem como inspeção das áreas do parque e análise da experiência do visitante. O Aquatica se tornou o primeiro parque aquático do mundo com certificado em autismo e o Discovery Cove, o primeiro parque all-inclusive dos Estados Unidos a receber o documento do IBCCES. No ano passado, o parque Sesame Place, da família SeaWorld Parks & Entertainment localizado na Filadélfia, se tornou o primeiro parque temático do mundo a obter o certificado.
Ainda em 2019, no dia 2 de abril, dia mundial da conscientização do autismo, o SeaWorld Orlando anunciou que foi certificado como centro de autismo pelo IBCCES, se juntando ao Aquatica e ao Discovery Cove.

Leia também: Um dia de relaxamento no Discovery Cove Orlando

“Nós nos esforçamos continuamente para criar experiências seguras e significativas para todos os visitantes e somos comprometidos em oferecer atividades inclusivas para crianças com autismo ou outras necessidades especiais”, afirmou David Heaton, vice-presidente do Aquatica.

Os parques receberam quadros com informativos nos cinco sentidos: tato, paladar, visão, audição e olfato. O acesso a informações específicas sobre as atrações e as áreas comuns do parque ajuda no planejamento da visita de acordo com as necessidades individuais de cada um. Um espaço com isolamento acústico também foi criado e destinado somente para os visitantes especiais.

“Nós estamos muito orgulhosos em ser a primeira família de parques temáticos de Orlando a obter essa certificação. O SeaWorld Orlando cria experiências divertidas e educativas que devem ser aproveitadas por todos. O treinamento e o guia sensorial do parque asseguram que os visitantes tenham todas as informações necessárias para se preparar e aproveitar o dia em nosso parque”, disse Marks Pauls, presidente do SeaWorld Orlando.

O SeaWorld Orlando inaugurou recentemente a Sesame Street, uma área interativa de imersão completa que oferece diversão, muitas risadas e aprendizados. A área apresenta a vizinhança icônica da Vila Sésamo, incluindo o jardim da Abby Cadabby, o ninho do Big Bird, a loja do Mr. Hopper e a famosa escadaria 123, como também os personagens favoritos do seriado infantil e seu desfile diário. Um dos espaços silenciosos do SeaWorld Orlando pode ser encontrado lá, com luzes ajustáveis e assentos confortáveis para os visitantes fazerem uma pausa na sobrecarga sensorial de parques temáticos. Outro espaço silencioso fica perto da entrada - ambos podem ser facilmente encontrados no mapa do parque.

Leia também: Orlando para autistas | Atrações e hospedagens preparadas para receber turistas especiais

Boa viagem!

E você, já visitou os parques do SeaWorld? Quais? Gostou? Recomenda? Conte para nós a sua experiência!

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 Mensagem não lidaPublicado: Qua Jun 05, 2019 2:07 pm 
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Sou sempre a favor de analisar a vida com a ótica de que as coisas são sempre muito mais complexas do que parecem. Ninguém e nada é 100% mal ou 100% bom. Ao mesmo tempo que as críticas sobre o entretenimento animal usado pelo grupo são mais que válida, há de se ver o outro lado sempre.

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 Mensagem não lidaPublicado: Qua Jun 05, 2019 3:48 pm 
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Sim...
O Smithsonian Institute tinha um taxidermista que estava sempre procurando espécies para empalhar, chamado Willian Hornaday...
Ao final do século XIX, ele foi ao oeste americano a procura de um bisão (é uma espécie de búfalo americano)... antes que a espécie entrasse em extinção .... no século XIX, para firmar a ocupação do oeste pelos americanos, as autoridades incentivaram o abate indiscriminado dos bisões, que era a principal fonte de alimentação dos índios americanos... de 30/60 milhões no início do século, no final era algo na casa de centenas de exemplares..
Bem.. Hornaday abateu um belo exemplar.. depois voltou para buscar mais exemplares.. ao final ele se tornou um árduo defensor dessa espécie, junto a um amigo, que posteriormente seria presidente dos EUA: Theodore Roosevelt.... a ele é creditado a preservação do bisão americano e e foca do Alasca...


 Mensagem não lidaPublicado: Seg Jun 10, 2019 10:34 pm 
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Sensacional. Que sirvam de exemplo para os demais.

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 Mensagem não lidaPublicado: Seg Jun 17, 2019 11:38 am 
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Muito legal ver que o SeaWorld tem essas preocupações.

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