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 Mensagem não lidaPublicado: Qui Ago 15, 2013 5:52 pm 
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Administrador
Cota do Duty Free Dufry será aumentada de US$500 para US$1.200

A cota da alfândega está mais do que ultrapassada, no valor de US$500, entretanto os governantes não parecem ter interesse em aumentá-la, dizendo que é para proteger a indústria nacional, que cobra preços abusivos em tudo.

Entretanto o Senado aprovou o aumento da cota do Duty Free Dufry para US$1.200. O texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados, o que provavelmente acontecerá brevemente.

É para comemorar? Achamos que não. Os preços do Duty Free Dufry são abusivos e sempre reclamamos deles aqui no Falando de Viagem. Só vale a pena pelo comodismo, nada mais. Só que eles pagam impostos e geram empregos no país, por isso o governo quer incentivar as compras.

As compras no exterior não geram lucros para o governo, por isso eles não aumentam o valor ridículo de US$500.

É fácil falar que esta cota está defasada. Queremos ver falarem da cota que interessa a todos. Como sempre é mais uma medida do governo que visa a si próprio, não aos brasileiros.

Sabe o que é pior? A maioria das pessoas vai ler essa notícia sem entender direito e achará que é um ótimo negócio.

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 Mensagem não lidaPublicado: Qui Ago 15, 2013 5:52 pm 
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Ainda vale a pena fazer compras no Duty Free Dufry? viewtopic.php?f=95&t=6196

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 Mensagem não lidaPublicado: Qui Ago 15, 2013 6:26 pm 
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Duty Free só em último caso ou pra comprar umas bebidas, e olhe lá...Uma pena que muita gente vai achar genial este aumento...


 Mensagem não lidaPublicado: Qui Ago 15, 2013 9:15 pm 
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Ultimamente nem tenho mais vontade de entrar no Duty Free.

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 Mensagem não lidaPublicado: Qui Ago 15, 2013 10:42 pm 
Mensagens: 33
Eu tb quase não passo no free shop. Só compro uns chocolates. O que faria muita diferença é uma mudança na cota de alfândega. É um absurdo termos a mesma cota ridícula de 500 dólares há décadas!


 Mensagem não lidaPublicado: Qui Ago 15, 2013 11:04 pm 
Mensagens: 2381
Com o dolar do jeito que tá, daqui a pouco, US$ 500,00 será uma pequena fortuna....;)


 Mensagem não lidaPublicado: Sex Ago 16, 2013 10:30 am 
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Mensagens: 126
Eu também acho que os Duty Free nacionais estão entre os menores, piores e mais caros...

Uso mais para itens de maquiagem/perfumaria para minha esposa, que acabam com preços semelhantes e tem boa variedade, e bebidas , pois o limite de quantidade e peso complicam trazer de fora, mas mesmo assim, compro no freeshop de saída do pais visitados as garrafas caras, pois muitas vezes não tem no freeshop nacional ou quando tem, são expressivamente mais caras.

Contudo, vejo com bons olhos a medida, que longe de ser a ideal, possibilitará ao duty free vender itens que hoje eles não vendem... como note-books, relógios mais sofisticados... o que aliado ao parcelamento em R$, pode ajudar muito, ainda que com um preço superior ao praticado lá fora, pode permitir o acesso a produtos que você não teria em razão da falta de parcelamento das compras no exterior.

Neste caso... ainda se levar em conta se você precisar registrar um bem superior a usd500 comprado lá fora, pode ser mais barato comprar no duty free.

Mas tudo isto vai depender de investimento da dufry, pois se continuarem estes espaços apertados e produtos medianos, de nada vai adiantar.


 Mensagem não lidaPublicado: Sex Ago 16, 2013 11:13 am 
Mensagens: 185
Falando de Viagem termina a matéria dizendo que a maioria dos brasileiros que lerem a reportagem vão achar ótima: no Brasil não temos um governo, temos uma Rede de Coleta de Dinheiro do povo e o pior é que são eleitos. Somente quando os brasileiros souberem ler, lerem e entenderem o que está escrito é que começarão a eleger melhor e quem sabe venhamos a ter líderes decentes para nos governar. ah... e não deixem de perguntar se a carne é Friboi! Eu sempre pergunto, se a resposta é afirmativa me levanto.


 Mensagem não lidaPublicado: Sex Ago 16, 2013 2:25 pm 
Mensagens: 507Barão Geraldo
E lá vem mais fiscalização:

16/08/2013 - 12h54
Receita anuncia sistema online para declarar bens comprados no exterior


MARIANA SCHREIBER
DE BRASÍLIA


A Receita Federal está facilitando a vida dos viajantes brasileiros internacionais que declaram os bens adquiridos no exterior além da cota permitida, ao mesmo tempo que prepara um cerco mais apertado aos sonegadores.

Nesta sexta-feira (16), o órgão anunciou uma ferramenta online para que os turistas declarem por meio de computadores, tablets, smartphones os bens adquiridos lá fora.

O objetivo do sistema, que começou a funcionar hoje, é agilizar e facilitar a declaração do viajante que deseja se regularizar, disse o subsecretário de aduana e relações internacionais da Receita, Ernani Argolo Checcucci Filho.

Ele disse, por outro lado, que a Receita está desenvolvendo um sistema que vai fazer o reconhecimento facial dos passageiros aéreos internacionais para identificar pessoas suspeitas de estarem extrapolando a cota sem declarar.

RECONHECIMENTO FACIAL

Checcucci Filho explicou que o objetivo é que as companhias aéreas passem a lista das pessoas que embarcaram no avião -- seus nomes e dados como volume de bagagem -- para que a Receita cruze essas informações com outros dados, levantando suspeitos. A partir daí essas pessoas serão identificadas quando passarem por um aparelho que fará o reconhecimento facial a partir da foto do passaporte que já estará no sistema da alfândega.

"A pessoa nem precisará parar. O reconhecimento será feito com ela andando. A intenção é ser menos intervencionista possível, mas ao mesmo tempo parar os casos que devem ser parados [na alfândega]", disse ele.

Não há prazo ainda para esse sistema começar a operar. Segundo o subsecretário, depende principalmente de fechar com as companhias aéreas como será o repasse das informações.

DECLARAÇÃO ONLINE

O novo sistema de declaração online permite que o viajante informe o que comprou até trinta dias antes da entrada no Brasil. Após o turista declarar os produtos e seus valores, o próprio sistema calcula o imposto devido, que pode ser pago previamente por meio do internet banking ou no momento de entrada no país. É gerado então um comprovante com um código de barras que deve ser apresentado na alfândega.

Continuará sendo possível fazer a declaração em papel até novembro nos aeroportos e portos e até março de 2014 nas entradas terrestres. Em breve, a Receita também vai disponibilizar totens para declaração eletrônica na alfândega e aplicativos que permitirão preencher o formulário em tablets e smartphones em modo offline, durante o voo.

COTA

A cota permitida atualmente para compra de produtos no exterior é de US$ 500 no caso de turistas que chegarem por vias aéreas ou marítimas e de US$ 300 para viajantes terrestres.

Essa declaração prévia não impedirá que o viajante seja parado na alfândega. Se a Receita suspeitar que há mais bens não declarados, poderá fiscalizar o turista e exigir a apresentação das notas fiscais que comprovem sua declaração.

A ferramenta eletrônica também será usada por estrangeiros para declaração de valores elevados e produtos mais caros trazidos no momento de entrada no país. Nesse caso, não há cobrança de impostos, mas é exigida a informação. Isso servirá para agilizar a entrada dos turistas durante grandes eventos como a Copa de 2014, explicou Checcucci Filho.


 Mensagem não lidaPublicado: Sex Ago 16, 2013 2:28 pm 
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Mensagens: 875
Pobretão, o fato é que qualquer item de menor valor já é abusivo em relação aos produtos do exterior, imagine comprar um notebook de US$800,00 lá fora o quanto estaria no Duty Free por aqui. No mínimo US$1200,00 o que faria valer a pena comprar um lá fora e mesmo assim declarar... Basta ver as maquinas fotográficas a diferença de valores, que sao itens de alto valor.


 
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