@RicVix certamente que os investimentos e outros detalhes contarão, mas isso não deveria ter de esperar meses para dar resultado.
Tenho cartões com limites que beiram a loucura e nem por isso meu Ourocard sobe um centavo. A questão do BB é IR ou Contra cheque.
Como você é servidor público sua gerente tem sim como rodar seu limite mas ele não será como no Itaú e Bradesco, seu limite não será muitas vezes maior que seu rendimento.
Inicialmente ela rodará com base no salário e a cada mês de novo se acordo com seu comportamento no Banco. Não fazer nada de errado já conta.
No meu caso o Ourocard tem limite de cerca de 450% a minha renda para compras parceladas desde que cada parcela não ultrapasse meu limite mensal que não passa de 50% da minha renda declarada.
Sou cliente desde 2000, renda bem acima de Estilo e investimentos no Banco em LCA pouco abaixo do necessário para isenção da tarifa. Mas sou cliente Varejo!
Não tenho mais nada além da LCA e uma capetalização de 2k que fiz para "ajudar" meu gerente um mês depois dele conseguir o meu Ourocard Infinite. Bom frisar que fiz porque quis e não por ele ter pedido ou sugerido.
Não tenho salário por lá, minha renda entra pela Caixa ou pelo HSBC e transfiro para o BB apenas porque uso muito o pagamento de contas com a função débito do Ourocard Platinum para pontuar até 31/12/2015. Depois disso nem sei se a conta não virará digital.
Não tenho seguros e nem financiamentos por lá, empréstimos, nada!
Digo isso para ver se ajudo dando algum parâmetro para você saber o que esperar a respeito.
Banco do Brasil Estilo
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Lincolns
Mensagens: 1516
Tenho renda para segmento
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Tenho valor aplicado (98%) para mudança para Estilo.
Mas sou do segmento diferenciado.
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Por causa da recessão econômica, o Banco do Brasil (BB) deve focar no segmento de alta renda para conseguir aumentar o lucro da instituição. A estratégia é abrir, até o fim do ano, 100 agências especializadas para atender correntistas com rendimentos mensais acima de R$ 8 mil. Serão 25 novos "escritórios de negócios" por mês. A missão dada aos funcionários é oferecer novas linhas de crédito e rentabilizar ao máximo cada cliente.
— É uma maior proteção em relação aos desafios da situação econômica — explicou o vice-presidente de Varejo, Raul Moreira.
Depois de instalar uma nova plataforma de informática, o BB construiu perfis mais completos de seus correntistas, cruzou dados e percebeu que não ofertava o melhor crédito para eles. Um dos exemplos citados por Moreira é a proposta que os gerentes faziam a clientes muito endividados no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito — operações com taxas de juros proibitivas. Geralmente, a oferta era o consignado em folha de pagamento. No entanto, vários correntistas poderiam fazer um financiamento do próprio imóvel para sair do sufoco.
CRESCIMENTO DO CRÉDITO PARA PESSOA FÍSICA
Com a estratégia de maximizar os lucros sobre a mesma base de clientes, a instituição mantém a projeção de crescimento do crédito para pessoa física em dois dígitos neste ano. As concessões de novas operações de crédito pessoal, por exemplo, cresceram 32% no primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado. No restante do Brasil, por causa da crise, o cenário é outro. Os bancos estão mais cautelosos por causa do aumento do desemprego e da inadimplência.
Para cativar os clientes com maior poder aquisitivo, a estratégia é oferecer comodidade: chats com o gerente, que já valem como autorização para fechar negócios; vídeoconferências agendadas para evitar a necessidade de ir até à agência; e até horário estendido para seduzir o cliente que não tem tempo. Em Brasília, por exemplo, o escritório modelo deve funcionar das 8h até às 22h. No entanto, há lugares em que esse prazo tem uma hora a mais na abertura e ficará uma hora além do fechamento. Tudo para atrair o correntista de alta renda.
O Banco do Brasil espera lucrar mais com esse tipo de negócio não apenas com empréstimos mais altos, mas também com custos mais baixos. Isso porque um gerente terá em sua carteira nada menos que 500 clientes. Numa agência comum, esse número é de 350. Segundo Moreira, os trabalhadores terão mais qualidade de vida, já que o trabalho virtual, de acordo com o executivo, é menos estressante.
CORTE DE GASTOS COM CAIXAS ELETRÔNICOS
Alta renda já era o foco de outro tipo de negócio do banco: os cartões pré-pagos. É o jeito oferecido para clientes pagar empregados ou dar a mesada dos filhos, por exemplo. Enquanto isso, produtos similares para a baixa renda estão em teste em projetos-piloto.
Segundo Raul Moreira, por causa de inovações como essas, o banco registrou uma queda de 11% de operações no caixa eletrônico, no segundo trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Um dos objetivos de todo o setor financeiro é cortar gastos com os caixas eletrônicos.
Depois de um acordo com outras instituições para compartilhamento de caixas 24 horas, o BB já cortou 560 máquinas. E deve desabilitar mais mil equipamentos no segundo semestre. Com isso, o banco quer economizar R$ 500 milhões por ano.
Para reduzir não só o uso desses terminais, mas também o fluxo de pessoas nas agências comuns, o Banco do Brasil estimula cada vez mais o uso do smartfone para realizar operações pelo aplicativo da instituição. O crescimento de transações por mobile foi de nada menos que 243% no primeiro semestre, em relação a igual período de 2014.
Ao todo, 6 milhões de clientes aderiram ao app. No entanto, apenas 68% já realizavam transações pela internet.
— Estamos tendo um tipo de cliente que não passou pela internet e foi direto para o mobile. Olhe que movimento interessante! — diz Moreira.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/negocios/banco-do-brasil-foca-no-segmento-de-alta-renda-para-enfrentar-crise-16800988#ixzz3r79cHZcm" onclick="window.open(this.href);return false;
.Tenho valor aplicado (98%) para mudança para Estilo.
Mas sou do segmento diferenciado.
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Por causa da recessão econômica, o Banco do Brasil (BB) deve focar no segmento de alta renda para conseguir aumentar o lucro da instituição. A estratégia é abrir, até o fim do ano, 100 agências especializadas para atender correntistas com rendimentos mensais acima de R$ 8 mil. Serão 25 novos "escritórios de negócios" por mês. A missão dada aos funcionários é oferecer novas linhas de crédito e rentabilizar ao máximo cada cliente.
— É uma maior proteção em relação aos desafios da situação econômica — explicou o vice-presidente de Varejo, Raul Moreira.
Depois de instalar uma nova plataforma de informática, o BB construiu perfis mais completos de seus correntistas, cruzou dados e percebeu que não ofertava o melhor crédito para eles. Um dos exemplos citados por Moreira é a proposta que os gerentes faziam a clientes muito endividados no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito — operações com taxas de juros proibitivas. Geralmente, a oferta era o consignado em folha de pagamento. No entanto, vários correntistas poderiam fazer um financiamento do próprio imóvel para sair do sufoco.
CRESCIMENTO DO CRÉDITO PARA PESSOA FÍSICA
Com a estratégia de maximizar os lucros sobre a mesma base de clientes, a instituição mantém a projeção de crescimento do crédito para pessoa física em dois dígitos neste ano. As concessões de novas operações de crédito pessoal, por exemplo, cresceram 32% no primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado. No restante do Brasil, por causa da crise, o cenário é outro. Os bancos estão mais cautelosos por causa do aumento do desemprego e da inadimplência.
Para cativar os clientes com maior poder aquisitivo, a estratégia é oferecer comodidade: chats com o gerente, que já valem como autorização para fechar negócios; vídeoconferências agendadas para evitar a necessidade de ir até à agência; e até horário estendido para seduzir o cliente que não tem tempo. Em Brasília, por exemplo, o escritório modelo deve funcionar das 8h até às 22h. No entanto, há lugares em que esse prazo tem uma hora a mais na abertura e ficará uma hora além do fechamento. Tudo para atrair o correntista de alta renda.
O Banco do Brasil espera lucrar mais com esse tipo de negócio não apenas com empréstimos mais altos, mas também com custos mais baixos. Isso porque um gerente terá em sua carteira nada menos que 500 clientes. Numa agência comum, esse número é de 350. Segundo Moreira, os trabalhadores terão mais qualidade de vida, já que o trabalho virtual, de acordo com o executivo, é menos estressante.
CORTE DE GASTOS COM CAIXAS ELETRÔNICOS
Alta renda já era o foco de outro tipo de negócio do banco: os cartões pré-pagos. É o jeito oferecido para clientes pagar empregados ou dar a mesada dos filhos, por exemplo. Enquanto isso, produtos similares para a baixa renda estão em teste em projetos-piloto.
Segundo Raul Moreira, por causa de inovações como essas, o banco registrou uma queda de 11% de operações no caixa eletrônico, no segundo trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Um dos objetivos de todo o setor financeiro é cortar gastos com os caixas eletrônicos.
Depois de um acordo com outras instituições para compartilhamento de caixas 24 horas, o BB já cortou 560 máquinas. E deve desabilitar mais mil equipamentos no segundo semestre. Com isso, o banco quer economizar R$ 500 milhões por ano.
Para reduzir não só o uso desses terminais, mas também o fluxo de pessoas nas agências comuns, o Banco do Brasil estimula cada vez mais o uso do smartfone para realizar operações pelo aplicativo da instituição. O crescimento de transações por mobile foi de nada menos que 243% no primeiro semestre, em relação a igual período de 2014.
Ao todo, 6 milhões de clientes aderiram ao app. No entanto, apenas 68% já realizavam transações pela internet.
— Estamos tendo um tipo de cliente que não passou pela internet e foi direto para o mobile. Olhe que movimento interessante! — diz Moreira.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/negocios/banco-do-brasil-foca-no-segmento-de-alta-renda-para-enfrentar-crise-16800988#ixzz3r79cHZcm" onclick="window.open(this.href);return false;
- LMBJR Mensagens: 11168
Mais pressão para saques e depósitos... Rentabilizar sobre o cliente... Isso também não cheira bem.
@Lincolns você entendeu a parte onde o gerente terá "nada menos que 500 clientes em sua carteira" enquanto na agência comum são 350 e isso é visto como "positivo" para o funcionário?
@Lincolns você entendeu a parte onde o gerente terá "nada menos que 500 clientes em sua carteira" enquanto na agência comum são 350 e isso é visto como "positivo" para o funcionário?
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Carolliberato
Mensagens: 1052
@RicVix É por esse comportamento do BB que minha conta está lá sem nenhum produto atrelado e todo credito que entra nela é imediatamente transferido. Não consigo entender... Não há justificativa para essa postura. O cliente tem renda boa, comprova ter estabilidade financeira, oferece levar produtos altamente rentáveis para o banco e ele responde dessa forma. Eu, assim como você, não levaria nada para o BB e deixaria claro para a gerente o motivo disso.
@LMBJR infelizmente o BB em muitas agências não faz essa renovação periódica de limites de crédito. Na minha agencia mesmo, sempre que eu quiser tentar limites maiores, devo encaminhar comprovante de renda atualizado para isso. Como sei que se aumentar será muito pouco, nem me dou esse trabalho.
@LMBJR infelizmente o BB em muitas agências não faz essa renovação periódica de limites de crédito. Na minha agencia mesmo, sempre que eu quiser tentar limites maiores, devo encaminhar comprovante de renda atualizado para isso. Como sei que se aumentar será muito pouco, nem me dou esse trabalho.
- RicVix Mensagens: 4524
Pois é. Tenho renda Estilo e ofereci vários produtos para portabilidade. Vou ficar quieto no Personnalite e na Caixa. Ao menos o Black da CEF eu devo manter. Eu não entendo este comportamento. É do banco ou da gerente? Pensei em trocar de agência.
- LMBJR Mensagens: 11168
@RicVix pelo visto esse comportamento é da gerente e não do Banco. Ao menos é o que dá para entender lendo as normativas do Banco. O problema parece ser que esse perfil de gerente é a imensa e esmagadora maioria!
@Carolliberato sei que ocorre isso mesmo e como muito afirmado por aqui, banco é gerente e isso é um dos motivos pelos quais desisti de ser Estilo, meu atual gerente varejo é bom e faz valer a pena. Caso ele seja promovido a Estilo, aí aceitaria upgrade.
Mas em 2016 meu foco será pagar o mínimo de tarifas bancárias possível.
@RicVix porque você nunca considerou o Santander?
@Carolliberato sei que ocorre isso mesmo e como muito afirmado por aqui, banco é gerente e isso é um dos motivos pelos quais desisti de ser Estilo, meu atual gerente varejo é bom e faz valer a pena. Caso ele seja promovido a Estilo, aí aceitaria upgrade.
Mas em 2016 meu foco será pagar o mínimo de tarifas bancárias possível.
@RicVix porque você nunca considerou o Santander?
- RicVix Mensagens: 4524
O Santander reduz os limites sem avisar os clientes. Fui Van Gogh. Aqui na minha terra não tem Select.@LMBJR
- LMBJR Mensagens: 11168
Idem para mim. Nada de SELECT em meu estado e Van Gogh está espremido demais, só tem tarifa...
Fica com seu Personalité para crédito e TPC ou Gold para cartão e relaxa @RicVix.
Investe fora dos bancos e deixa o Estilo te dizer se vai valer a pena com tempo.
Fica com seu Personalité para crédito e TPC ou Gold para cartão e relaxa @RicVix.
Investe fora dos bancos e deixa o Estilo te dizer se vai valer a pena com tempo.
- RicVix Mensagens: 4524
É o que vou fazer. Débito automático do TPC no Personnalite e o MasterCard deles para backup ( sou isento ) @LMBJR.
- bigshot Mensagens: 3415
@RicVix o que te levaria hj sair do Personnalité para ir pro BB?
Eu sinceramente ficaria no Personnalité.
Eu sinceramente ficaria no Personnalité.
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