Algo que já sabíamos, e que foi mais do que confirmado nas conversas, é que a gorjeta nos Estados Unidos é quase que obrigatória. Não dar a gorjeta é mais que deselegante, é considerado rude, já que representam uma parcela importante da remuneração de alguns profissionais no país.
Nas conversas foi possível perceber que tal prática também pode ser incomoda para os próprios viajantes americanos. Afinal de contas, a soma de todas as gorjetas pesa no orçamento final da viagem.
Por isso é comum que dispensem os serviços dos carregadores de malas nos hotéis e aeroportos. E também é normal recusarem a arrumação do quarto, bastando colocar o aviso de não perturbe, o que dispensa a gorjeta da governanta.
Uma novidade foi que durante a hospedagem em San Francisco, bastava dispensar na recepção do hotel a arrumação do quarto (o que por si só já economiza a gorjeta), e o hotel concedia um voucher de 15 dólares que poderia ser utilizado no bar ou no café da manhã do hotel como cortesia.
Essa cortesia, pelo que ela viu, não é muito comum, mas certamente vale a pena perguntar no hotel no momento de sua chegada.
Outro ponto importante é que alguns hotéis não cobram para receber encomendas dos hóspedes, mas se um funcionário levar a caixa até o quarto, certamente espera receber uma gorjeta. Por isso, uma boa estratégia é ir direto na recepção e pegar você mesmo os itens que foram entregues.
Quando estiver viajando pelos EUA lembre-se, a melhor forma de evitar a gorjeta é, quando possível, não utilizar os serviços que a exigem. Assim, com medidas simples e sem ofender o profissional, pode-se economizar alguns dólares que poderão ser empregados em passeios, refeições ou compras.
Boa Viagem!




