
2016 está terminando com a cotação do dólar nas alturas. Para 2017 o cenário não é animador, por isso cada vez mais se torna importante ter um bom cartão de crédito para usar nas viagens. Quando falamos em economizar, o mais importante é ter um cartão com boa cotação. Benefícios não interessam, pois não farão você economizar.
Muitos viajantes estão levando papel moeda, onde o IOF é de apenas 1,1% (sim, aumentou este ano e muitos ainda não sabem), mas o uso do cartão de crédito acaba sendo inevitável em muitas situações. Na hora de escolher o que usar é importante saber que a cotação varia consideravelmente.
No Brasil, temos o câmbio comercial (aquele que você vê na televisão) e o câmbio turismo (aquele que você vê quando vai comprar dólares). Quanto ao mercado paralelo, trata-se de mercado ilegal, à margem da legislação e regulamentação vigentes, sujeitando seus participantes às sanções cabíveis.
Sugerimos a leitura: Qual a diferença entre câmbio comercial, turismo e paralelo?
Por isso o cenário ideal é ter um cartão de crédito que use o câmbio comercial. Ao longo dos últimos anos muitos bancos que usavam o câmbio comercial mudaram, ficando próximos ao câmbio turismo, aumentando o valor pago por seus clientes nas faturas.
Antigamente, os cartões de crédito da CAIXA tinham a melhor cotação, mas eles aumentaram, então já não está com tanta diferença para outros bancos (isso sem falar nas fraudes e péssimo atendimento). Vale lembrar que a cotação é a mesma independente do nível do cartão. Tanto faz você ter um Gold ou um Black, por exemplo. Pelo que sabemos o Itaú, Santander e Bradesco se baseiam no dólar turismo.
US$5.000 x R$3,50 = R$17.500,00.
US$5.000 x R$3,60 = R$18.000,00.
US$5.000 x R$3,65 = R$18.250,00.
A diferença pode ser bem alta, acredite. Por isso, queremos que você compartilhe suas experiências recentes em compras no exterior.





