Re: DigiConta Bradesco
Enviado: Sex Set 07, 2012 10:10 pm
Tenho uma digiconta desde janeiro de 2012.
O motivo para ter aberto uma conta no Bradesco foi porque eu coordeno equipes de campo espalhadas pelo país e há certos lugares aonde não se encontra um caixa pra sacar dinheiro (minha conta principal é no Personnalité).
Já fiquei sem dinheiro no interior do Pará e só não me dei mal, porque consegui dinheiro emprestado, pois não tinha lugar nenhum pra eu sacar pelo Itaú. No Bradesco, ao contrário, qualquer correspondente bancário já te resolve nas emergências.
A Digiconta me serve tb para DOCs gratuitos para corretoras aonde mantenho investimentos.
A abertura da conta foi meio burocrática. Como era pra ser uma conta secundária, fui na primeira agência q achei. No caso é uma agência q atende a uma comunidade de baixa renda e, por isso, acredito eu que os gerentes estejam mais preparados para vender título de capitalização, do que pra orientar adequadamente alguém para investimentos ou coisa parecida.
O gerente nem sabia da existência dessa conta. Teve q ligar pro SAC para se esclarecer. Acabou abrindo a conta e já foi me oferecendo título de capitalização.
Tb colocou como renda minha um salário mínimo, o que fiquei fulo, pois apresentei um IR de pelo menos 20 vezes isso. Mas, como é uma conta secundária, pedi que apenas aumentasse para um limite "usável".
Tenho usado nesses 7 ou 8 meses e mesmo tendo um uso baixo, tem servido bem. Há burocracias, como ligar para o SAC para desbloquear funções no home banking, coisa q nunca tive q fazer no Itaú, mas enfim...
Tb tive dificuldades em fazer algumas transações, pois não tinha o cartão de segurança (não me deram na agência). Tive q instalar um app no iPhone pra usar. Resolveu!
Cartão, só o de débito mesmo.
Bom, como é pra uso secundário, tem me servido bem, já q não uso nada em agência (até mesmo pq é uma conta digital). Já tive conta no Bradesco nos anos 90 e percebo q certas burocracias continuam... Assim como os caixas eletrônicos, mesmo os que têm leitor de veias, continuam sendo piores do que os caixas do Itaú, por exemplo.
O motivo para ter aberto uma conta no Bradesco foi porque eu coordeno equipes de campo espalhadas pelo país e há certos lugares aonde não se encontra um caixa pra sacar dinheiro (minha conta principal é no Personnalité).
Já fiquei sem dinheiro no interior do Pará e só não me dei mal, porque consegui dinheiro emprestado, pois não tinha lugar nenhum pra eu sacar pelo Itaú. No Bradesco, ao contrário, qualquer correspondente bancário já te resolve nas emergências.
A Digiconta me serve tb para DOCs gratuitos para corretoras aonde mantenho investimentos.
A abertura da conta foi meio burocrática. Como era pra ser uma conta secundária, fui na primeira agência q achei. No caso é uma agência q atende a uma comunidade de baixa renda e, por isso, acredito eu que os gerentes estejam mais preparados para vender título de capitalização, do que pra orientar adequadamente alguém para investimentos ou coisa parecida.
O gerente nem sabia da existência dessa conta. Teve q ligar pro SAC para se esclarecer. Acabou abrindo a conta e já foi me oferecendo título de capitalização.
Tb colocou como renda minha um salário mínimo, o que fiquei fulo, pois apresentei um IR de pelo menos 20 vezes isso. Mas, como é uma conta secundária, pedi que apenas aumentasse para um limite "usável".
Tenho usado nesses 7 ou 8 meses e mesmo tendo um uso baixo, tem servido bem. Há burocracias, como ligar para o SAC para desbloquear funções no home banking, coisa q nunca tive q fazer no Itaú, mas enfim...
Tb tive dificuldades em fazer algumas transações, pois não tinha o cartão de segurança (não me deram na agência). Tive q instalar um app no iPhone pra usar. Resolveu!
Cartão, só o de débito mesmo.
Bom, como é pra uso secundário, tem me servido bem, já q não uso nada em agência (até mesmo pq é uma conta digital). Já tive conta no Bradesco nos anos 90 e percebo q certas burocracias continuam... Assim como os caixas eletrônicos, mesmo os que têm leitor de veias, continuam sendo piores do que os caixas do Itaú, por exemplo.